Prólogo - Breve relato da vida e obra de Sigmund Freud, o pai da Psicanálise

Falar de um pai é ao mesmo tempo gratificante, revigorado, faz bem, impõe-se respeito e responsabilidade. E quando este nosso “Pai” se eterniza como um grande cientista, um gênio inovador e desbravador da alma, ética e sentimentos enraizados do ego, o assunto é de garbo.

Centenas de milhares de páginas não descrevem e jamais descreverão a obra imortal, posto que, sempre inédita e contemporânea, no grande garimpeiro da alma e além dela.

De uma inteligência ímpar, Freud deixou-nos um legado, se ele atrelou-nos, ainda que, respeitando cada um dos nossos pontos de vista, por que somos arquipélagos e não ilhas isoladas, estaremos assim, trilhando a própria bússola psicanalítica. Ego, ID e Superego decifrados, capturados, e aí, o bem, o gozo, a ciência da alma desabrocha com suas nuances peliculares: ética, moral, verbo, tudo no divã. Estamos assim, no divã do mestre Freud. Quem é quem para contestá-lo?

É preciso discernimento do assunto para ousar, uma contradita a Freud. Quem é o pai? O é! A Eureca é dele, e se o estudarmos, compartilharemos no mundo fantástico, criativo a tão humano quanto divino: o homem sapiens, ele sistema que é, foi, e deveria ser como Freud explica: a essência de todo e qualquer estudo avançado e ao mesmo tempo sensitivo do “silfo”.

Discordo ainda que, em pequenos e insignificantes pontos de vista, do que Sigmund Freud discorria sobre alguns temas ligados ao ego, mas, são tão insignificantes que não os menciono. Discordo. E discordar, ainda que, respeitando, é tarefa que aprendi com a pouca leitura freudiana, da liberdade Freud foi e é um contestador. Mas contestador, apresentando argumentos científicos, morais e éticos e, até certo ponto, controvertidos. E por que não dizer que chocantes?

Por esta razão, no contexto familiar no momento histórico que viveu, e fez germinar a cura da alma, sem as drogas, com o “verbo” ele se supera do seu “int”, e é um vitorioso. Meio humano e meio divino, um pensador, um gigante e um menino.

Sua capacidade de superação, é um exemplo vivo e atual que serve como “fonte”, para qualquer pessoa. A exceção dos psicopatas.

Aprendemos com Freud, que somos neuróticos, mas que podemos nos “analisar”, e aí, a cura. Cada um de nós tem o seu próprio divã, é só o identificar e deitar-se.

Com amigos, cientistas, por que arquipélago, Freud, não se isolou. Joseph Bremer, Brucker, Charcot, definiu o alívio, os sintomas histéricos, com sugestão hipnótica.

Ao seu redor, outros grandes vultos se achegaram. A ciência atrai a ciência. A ignorância faz o mesmo. E com Freud, vence ciência, dentre estes grandes desbravadores, Alfred Adler, Carl Jung, Otto Rank, Sandor Feress, Kal Abrahan e seu esquecer Ernest Jones. Divergências posteriores, fez com que, cada um há seu tempo nortear-se o direcionamento da escola do pensamento de cada um.

Nada, no entanto, foi essência de desencoraja mento de Sigmund Freud, que continuou com o aprofundamento do estudo da “psique”, descobrimento, inovando as técnicas de abordagem, quebrando tabus, criando, gerando, dando filhos e filhos as ciências ligadas à mente e a alma.


EPÍLOGO

Freud rasga o véu da alma, nos lega técnicas de superação e da cura, da tolerância e da intolerância, vem como a vacina da alta estima.
As teorias da sexualidade o atestam, as pulsões, as referencias internas e externas. O mundo do ser.

O contexto dos códigos individuais podem, devem e são decifrados. O homem é um ser familiar, a solidão fada-o ao sofrimento ou a loucura. Libido, fases, oral, anal, fálicas decifradas, atreladas ou não, fazem o contexto do “ser” criança, amanhã “ser” criança, amanhã “ser” adulto. Anseios humanos e sexuais que não podem ser ignorados. O homem não é cavalgadura. Sente, sonha. Escreve a interpretação dos sonhos, que centenária, é tão atual como a ciência de que é o pai.

Sigmund Freud, nessas pequenas linhas, o meu tributo de reconhecimento. Se quero ser psicanalista, você já explicou, aprendi de cedo, grande Mestre: Freud explica...

Por esta razão, me fez eterna aluna da psicanálise, encontrei um norte, a minha escola, a SCOPSI, Sociedade contemporânea de Psicanálise, tão contemporânea quanto o seu legado, o legado freudiano.

“No principio Era o Verbo, e o Verbo veio habitar entre nós”.

O “verbo” cura, Freud explicou direitinho a lição, em nenhuma farmácia ou drogaria se encontra remédio para as perdas, o desamor, as neuroses, a inveja que mutila os bons sentimentos, o narcisismo, a fofoca, a falta de ética, de moral, de misericórdia humana, a histeria dentre outros.

A psicanálise é o remédio, faz bem, a mente e ao corpo.
Figuras notáveis da história fizeram e fazem psicanálise.
Eu faço, e você?
Se não faz, faça,
Freud explica...


Aluno (a): Maria Regina Cavalcante Simões (Estudante do Curso de Formação em Psicanálise Clínica da SCOPSI)
Profissão: Advogada
Instituição de Ensino: SCOPSI – Sociedade Contemporânea de Psicanálise
Trabalho: Referente à disciplina de Vida e Obra de Freud
Nota: 10
Indicação para publicar no site: Dra.Socorro Vasconcelos (Docente)
Revisão: Daiana Uchoa (Secretária)
Autorização: Dr. Raphael Cruz (Presidente da SCOPSI)


MARIA REGINA CAVALCANTE SIMOES

 

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